Do Tocantins para ONU Mulheres Brasil: Dra. Cynthia Miranda é selecionada para integrar Grupo de Assessoramento da Sociedade Civil

A ONU Mulheres Brasil divulgou o resultado da seleção para participação no Grupo Assessor da Sociedade Civil (GASC). Cynthia Mara Miranda, professora do curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade da Universidade Federal do Tocantins (UFT) foi selecionada para integrar o grupo assessor e terá mandato de dois anos (maio de 2026 a maio de 2028).

O GASC tem caráter consultivo, avaliando estratégias de mobilização, compromissos institucionais e políticas públicas para mulheres, além de fomentar diálogo com organizações feministas e redes da sociedade civil, priorizando especialistas com trajetórias comprovadas nessas áreas.

O processo de seleção foi altamente competitivo, com 846 candidaturas recebidas para 15 vagas disponíveis, um número sem precedentes para o Brasil e para a América Latina. Todas as candidaturas foram analisadas por um comitê de julgamento composto pela ONU Mulheres Brasil, ONU Mulheres para América Latina e Caribe, representantes de organizações feministas e de mulheres brasileiras.

A ONU Mulheres é uma entidade central das Nações Unidas para promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas em escala global, apoiando governos, organizações e sociedade civil nesse objetivo.

A chegada da Dra. Cynthia Miranda com larga experiência nos estudos sobre vulnerabilidades e desigualdades de gênero na Amazônia no grupo assessor representa um marco para as mulheres, jornalistas, pesquisadoras e ativistas da Amazônia Legal que, muitas vezes, estão subrepresentadas em fóruns globais que discutem temas que impactam na vida das mulheres. Atualmente a pesquisadora também é integrante da Comissão de Mulheres da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), da Diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Tocantins e do Comitê de Assessoramento do Conselho Nacional Científico e Tecnológico (CNPq) de Artes, Ciência da Informação e Comunicação.

“Recebi o anúncio com grande entusiasmo e muita vontade de contribuir a partir da minha experiência como professora e pesquisadora construída ao longo de duas décadas na Universidade Federal do Tocantins. Nesse período, dediquei‑me intensamente aos estudos de gênero e à análise da realidade política e social, especialmente às diversas faces da desigualdade que afetam as vidas das mulheres amazônicas em sua diversidade, e vejo nesta nova função uma oportunidade de retribuir à sociedade o investimento acumulado em minha formação e atuação acadêmica”, destacou Miranda.

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